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quinta-feira, 26 de junho de 2014

sábado, 24 de maio de 2014

Custo da Copa equivale a um mês de gastos com educação

Matéria da Folha de S. Paulo mostra comparação entre investimentos da Copa e gastos públicos com Educação

Reportagem que ganhou manchete do jornal explica que valor previsto em obras ligadas ao Mundial representa 9% das despesas públicas anuais em Educação
Reportagem publicada nesta sexta-feira (23.05) no jornal Folha de S. Paulo faz uma comparação entre os investimentos realizados no Brasil para a Copa do Mundo da FIFA 2014 e o gasto público anual da pasta de Educação. O texto explica que a soma dos investimentos dos municípios, estados e União com obras ligadas ao Mundial representam 9% dos gastos públicos anuais em Educação, cerca de R$ 280 bilhões. A reportagem menciona também que parte do dinheiro gasto com o Mundial ainda retornará aos cofres públicos, já que quase metade dos R$ 8 bilhões investidos nas reformas e construções de arenas vem de financiamento federal que deve ser pago ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Custo da Copa equivale a um mês de gastos com educação
Despesa equivale ao custo de Belo Monte, maior obra financiada pelo governo
Mesmo mais altos hoje do que o previsto inicialmente, os investimentos para a Copa representam parcela diminuta dos orçamentos públicos.
Alvos frequentes das manifestações de rua, os gastos e os empréstimos do governo federal, dos Estados e das prefeituras com a Copa somam R$ 25,8 bilhões, segundo as previsões oficiais.
O valor equivale a, por exemplo, 9% das despesas públicas anuais em educação, de R$ 280 bilhões.Em outras palavras, é o suficiente para custear aproximadamente um mês de gastos públicos com a área.
A comparação deve ser relativizada porque haverá retorno, no futuro, de financiamentos. O Corinthians, por exemplo, terá de devolver os recursos que custearam o Itaquerão. Além disso, os gastos da Copa começaram a ser feitos há sete anos – concentrados nos últimos três.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

quinta-feira, 15 de maio de 2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

terça-feira, 8 de abril de 2014

segunda-feira, 10 de março de 2014

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Conversa com a Presidenta Dilma Rousseff

Dilma fala sobre investimentos em portos

Em coluna semanal, Dilma fala sobre investimentos em portos Conversa com a Presidenta
A presidenta Dilma Rousseff afirmou, na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (12), que o governo federal tem investido maciçamente em portos, sobretudo a partir da entrada em vigor do novo marco regulatório do setor. Ao responder à pergunta de Jorge Haile Lima, morador de Candeias (BA), 

Dilma informou que foram investidos cerca de R$ 40 milhões na recuperação do Porto de Aratu. Ela também ressaltou a inauguração da via expressa que liga a BR-324 ao Porto de Salvador e os investimentos no Porto de Paranaguá (PR) como importantes medidas para impulsionar o setor. “Isso [o novo marco regulatório dos portos] significará novos investimentos, agora também da iniciativa privada, o que demonstra a importância que o governo atribui a esses portos”, afirmou a presidenta.
Dilma também falou sobre a autorização concedida pelo governo para a migração das rádios AM para FM, garantindo melhor qualidade de transmissão. “Essa migração significa um salto tecnológico que vai ajudar a manter e até aumentar a audiência dessas rádios.
Para muitas emissoras pequenas, esse avanço pode significar, inclusive, sua sobrevivência [...] Tenho a certeza de que, com a tecnologia avançando, cada emissora vai encontrar seu caminho, continuando a prestar um enorme serviço à população e ajudando a integrar, cada vez mais, este nosso enorme País”, afirmou Dilma

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

(Imagem: www.linhadireta.org.br)

Em um eventual segundo turno, pesquisa mostra que Dilma também venceria todos os seus adversários


A presidenta Dilma Rousseff alcançou nesta quinta-feira (24) seu melhor desempenho em pesquisas de intenção de voto desde as manifestações de junho.
Segundo o Ibope, em levantamento feito para um jornal e uma emissora de TV, a petista teria chances de se reeleger ainda no primeiro turno, se a eleição fosse hoje, levando-se em conta qualquer das possibilidades de candidaturas adversárias: Aécio Neves ou José Serra (PSDB), Marina Silva ou Eduardo Campos (PSB).
Dilma tem entre 39% e 41% das intenções de voto, mais do que a soma dos adversários, em três dos quatro cenários simulados pelo instituto. Em apenas um, com Serra e Marina na disputa, a petista supera a soma dos demais adversários mas dentro de uma situação de empate técnico (39% a 37%).
Intenção de voto para presidente
Dilma chega a 41% contra Aécio e Eduardo Campos. O tucano atinge 14%, e o governador de Pernambuco, 10%. Com Marina no lugar de Campos, o PSB vai a 21%, mas Dilma oscila pouco, dentro da margem de erro, de 41% para 39%. Idem Aécio, de 14% para 13%.
Com Dilma (40%), José Serra (18%) e Campos (10%), a dianteira da petista sobre os dois vai a 12 pontos porcentuais.
Em um eventual segundo turno, Dilma venceria todos. Contra Marina, por 42% a 29%. Com Campos, 45% a 18% . Venceria também Aécio por 47% a 19%, e Serra, por 44% a 23%.
O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 143 municípios, entre 17 e 21 de outubro. A margem de erro é de mais ou menos dois pontos.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

José  Dirceu
JOSÉ DIRCEU
Andrea Matarazzo foi indiciado pela Polícia Federal por suspeita de corrupção passiva no inquérito que apura se, na década de 1990, a Alstom subornou políticos e servidores para obter vantagens em contratos com empresas do setor elétrico e de transporte
A cada nova revelação sobre o esquema de formação de cartel que atuou no Metrô e na CPTM, em diversas administrações tucanas no governo de São Paulo, fica evidente que estamos diante de uma das mais graves denúncias de corrupção de que se tem registro -- tanto pelo volume de recursos que foram desviados, segundo as investigações, quanto pelo envolvimento de autoridades públicas. Por isso, é preciso que a imprensa e a Justiça tratem o escândalo -- que voltou à tona após delação da Siemens, uma das principais integrantes do cartel -- de forma proporcional à sua dimensão, e não como um desvio de menor importância.
A revista "IstoÉ" trouxe novos detalhes sobre o esquema: a conexão franco-tucana. De acordo com as investigações da Polícia Federal e de procuradores, o propinoduto do PSDB que atuou na área de trens e metrô nos governos de Geraldo Alckmin e José Serra começou a ser desenhado ainda na gestão de Mario Covas, mas no setor de energia. Os investigadores apontam que a principal semelhança entre os esquemas, o que comprova sua interligação, é a forma como executivos da multinacional francesa Alstom pagavam propina a políticos e a pessoas com influência nos governos tucanos. Eles usavam empresas e contas bancárias em paraísos fiscais, consultorias de fachada e fundações -- triangulações para apagar os rastros do dinheiro.
Mesmo antes dessa revelação, a gravidade e a extensão do propinoduto já estavam bem claras. A estimativa da PF e dos procuradores é de desvios da ordem de R$ 425 milhões de dinheiro público. Um absurdo. Mas também absurdo foi o tratamento que a investigação recebeu da grande imprensa. Com exceção da "IstoÉ", que em uma série de reportagens conseguiu expor a rede de interesses políticos que se beneficiou do propinoduto, os outros órgãos de comunicação se revelaram cínicos ou excessivamente tímidos na abordagem do caso.
Mal registraram a existência da investigação e só o fizeram quando forçados pelos fatos. Mas, ainda assim, dando mais espaço às insuficientes explicações do governo paulista do que às acusações em si. Os tímidos publicaram reportagens com revelações importantes sobre o esquema tucano, para que, à primeira vista, parecesse que estão cumprindo seu papel. Mas falharam em mostrar que esse escândalo não é apenas mais um episódio de corrupção descoberto Brasil afora. Ao que tudo indica, foi um dos maiores e um dos mais duradouros, tendo ocorrido no Estado mais rico do país, governado há 20 anos pelo PSDB.
O caso ainda está sob investigação? Sim, ninguém está pedindo uma condenação antecipada, como a mídia fez tantas vezes em relação a outros políticos e partidos. Mas não é por isso que não deve ser destacado que o vereador Andrea Matarazzo (PSDB), ex-secretário estadual de Energia, foi indiciado pela Polícia Federal por suspeita de corrupção passiva no inquérito que apura se, na década de 1990, a Alstom subornou políticos e servidores para obter vantagens em contratos com empresas do setor elétrico e de transporte controladas pelo governo paulista.
Indiciar significa acusar formalmente. Dar o devido destaque a essa notícia não é o mesmo que condenar antecipadamente o tucano. É reservar à notícia o espaço proporcional à sua importância no debate público. A mesma importância, aliás, que merece o registro de que Matarazzo e outros dez indiciados no mesmo caso tiverem o sigilo bancário quebrado por decisão da Justiça, para apurar se eles mantiveram contas bancárias no exterior entre 1997 e 2000.
Os órgãos de investigação estão cientes da gravidade do escândalo que têm em mãos. Resta saber se a imprensa vai acordar -- e ver como a Justiça vai se comportar quando as apurações estiverem concluídas. Cabe a essas instituições garantir que um escândalo de tal magnitude não fique impune.
José Dirceu, 67, é advogado, ex-ministro da Casa Civil e membro do Diretório Nacional do PT

DILMA SE REELEGERIA NO PRIMEIRO TURNO

Dilma 41%, Tucarina 21%

Quem manda os pesquiseiros levarem as falhas do Data a sério?
O ansioso blogueiro tem informação que deixa a Dataflha em falha flagrante.
Respeitável instituto de pesquisa foi às ruas na mesma época do Datafalha.
Ou seja, num ambiente inundado pela enxurrada de mídia que cercou a entrada da Tucarina no verde-privatismo- socialismo do Dudu.
Mesmo assim, acredita-se que o Jornal da Record mostrará nesta terça-feira que, mesmo num cenário com Tucarina e Padim Pade Cerra, Dilma se reelegeria no 1o. turno.
Mais não se conta para não atrapalhar o Celso e a Adriana, no JR …
 Quem manda os pesquiseiros levarem as falhas do Data a sério ?